“Eduque a emoção com inteligência. E o que é educar a emoção? É estimular o aluno a pensar antes de reagir, a não ter medo do medo, a ser líder de si mesmo, autor da sua história, a saber, filtrar os estímulos estressantes e a trabalhar não apenas com fatos lógicos e problemas concretos, mas também com as contradições da vida.” (CURY: 2003,66).
VIVA COM AMOR
quinta-feira, 31 de julho de 2014
A AFETIVIDADE COMO ESTIMULO PARA UMA PRÁTICA PEDAGÓGICA DIFERENCIADA
Para que aconteça uma prática pedagógica diferenciada, é necessária a
existência de estímulos que transformem o aprendizado do aluno em algo
prazeroso, o exercício de uma pedagogia afetiva permite ao professor conhecer seu
aluno bem como suas particularidades. De acordo com Cunha (2008, p. 67):
[...] o que vai dar qualidade ou modificar a qualidade do aprendizado será o
afeto. São as nossas emoções que nos ajudam a interpretar os processos
químicos, elétricos, biológicos e sociais que experienciamos, e a vivência
das experiências que amamos é que determinará a nossa qualidade de
vida. Por esta razão, todos estão aptos a aprender quando amarem, quando
desejarem, quando forem felizes.
De acordo com Cunha, o desenvolvedor do afeto será algo determinante
na vida do aluno, pois o mesmo sendo amado sentirá o desejo de aprender e
consequentemente este saber adquirido elevará sua autoestima e o tornará feliz.
Nisso Cunha (2008, p. 69) relata que:
Há professores- mesmo com pouquíssimos recursos- que afetam tanto que
são capazes de transformar suas aulas em dínamos de inteligências,
mesmo recitando o catálogo telefônico. Pode ser um exagero usar o
catálogo como metáfora, mas na verdade, em nossa memória, o que mais
conservamos são as coisas que nos afetam, para o bem ou para o mal.
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Cunha (2008) diz que é de fundamental importância o professor saber
realizar uma boa aula, transformando-a em uma rica experiência de aprendizado a
qual vai deixar marcas positivas na vida do sujeito.
Para isso, a nova educação considera o educando sendo mais importante
que o objeto, sendo assim, o objeto somente valeria enquanto funcionasse para o
homem. Revela-se com isso que o sujeito (aluno), hoje passa ter importância no
processo ensino- aprendizagem.
A sensibilidade do professor torna-o capaz de entender os estágios de
desenvolvimento da criança, fazendo-o vivenciar um mundo de imaginação, sonhos,
alegria e etc. O professor conhecendo a criança irá utilizar de estratégias diversas,
produzindo com isso resultados satisfatórios, confirmando que o aluno tem um papel
importante no uso da didática. Saltini ressalta (2008, p. 100):
[...] a inter-relação da professora com o grupo de alunos e com cada um em
particular é constante, se dá o tempo todo, seja na sala de aula ou no pátio,
e é em função dessa proximidade afetiva que se dá a interação com os
objetos e a construção de um conhecimento altamente envolvente.
Essa inter-relação é o fio condutor, o suporte afetivo do conhecimento.
Para o referido autor, a relação exercida entre o professor e o aluno,
permite grande aquisição e conhecimentos, cada momento compartilhado pelos
mesmos torna-se um enriquecedor aprendizado, representados pelo que chamamos
de afetividade, e como já foi dito anteriormente, o cognitivo não está dissociado do
afetivo.
Cunha (2008, p. 85) também afirma que:
A sala de aula ao revestir-se da sua humanidade, com laços de
compreensão e entendimento, com atividades dinâmicas e desejáveis, com
participação ativa do aluno e nutrida por seu interesse, poderá tornar o
aprendizado surpreendente.
Constata-se assim, que a afetividade deve estar fluindo dentro da sala de
aula, pois é na sala de aula que a educação emocional irá desenvolver-se.
A educação é uma arte. Não é uma mera profissão ser educador.
Manipulamos a educação com as duas mãos a do afeto e a da lei das regras. (Saltini
2008, p. 92).
Devemos ser comprometidos com o conhecimento a ser proporcionado
ao aluno, o afeto e as regras andam juntos para assim construir os valores e a
aprendizagem, e para que isso ocorra o educador precisa ser responsável e ter o
respeito dos alunos em sala de aula. Cunha (2008, p. 91) diz que:
Em razão do conhecimento prévio do conteúdo, o professor possui o
domínio da matéria e, por conseguinte, sabe como promover o aprendizado
dos seus alunos. Entretanto, além disso, ele ama o que faz. O seu amor
provoca o amor da classe, como resultado, há fixação do que se foi
ensinado. A essa pedagogia, podemos chamar de afetiva.
A pedagogia afetiva é recheada de afeto, sensibilidade, respeito,
responsabilidade, dedicação, empatia e compromisso com o educando que ali se
apresentada, e deveria ser repensada por muitos professores, que ainda acreditam
que para uma aprendizagem significativa o professor deve se esconder atrás do
conteúdo “vazio”.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
terça-feira, 17 de maio de 2011
MINHA ALMA GÊMEA- MINHA MANA LILIANE
Se um dia lhe der uma louca vontade de chorar...
Me chama.
Não lhe prometo fazer sorrir,
Mas posso chorar com você...
Se um dia resolver fugir;
Não se esqueça de me chamar.
Não lhe prometo pedir para ficar,
Mas posso fugir com você.
Se um dia lhe der uma louca vontade
De não falar com ninguém;
Me chama assim mesmo.
Prometo ficar bem quietinho.
Mas...
Se um dia você me chamar e eu não responder...
Vem
correndo ao meu encontro...
Talvez eu esteja precisando de você...
Te amo Mana
CONTRIBUIÇÕES DO AFETO NA RELAÇÃO PROFESSOR-ALUNO
Durante o processo de desenvolvimento do ser humano, a afetividade é como se fosse uma “energia” que incentiva as ações, ficando clara a importância da relação entre professor-aluno. Na escola, serve para um convívio em um ambiente de harmonia, onde a aprendizagem irá fluir com mais facilidade, com maior rendimento e interação entre ambos.
Cabe ao professor investigar e conhecer mais particularmente o seu aluno, para que possa ajudá-lo de forma significativa, auxiliando-o em sua vida escolar e em situações diversas que poderão surgir.
O relacionamento entre professor-aluno deve ser de amizade, de troca, de solidariedade, de respeito mútuo, enfim, não se imagina desenvolver qualquer tipo de aprendizagem em um ambiente hostil.
É comum nos depararmos com professores que intervenham na relação dinâmica entre as crianças, mas dificilmente as encorajam, mostrando confiança em sua capacidade, demonstrando afeto e segurança em sua intervenção. É necessário que o professor demonstre afeto e compreensão, principalmente quando o aluno se mostra angustiado.
Já utilizar de muitos elogios irá formar uma falsa confiança do adulto diante da capacidade da criança vir a compreender verdadeiramente o que aprendeu, o que poderá reforçar ainda mais sua insegurança, se fazendo assim, uma aprendizagem superficial e mecânica, quando a criança passa a realizar atividades em função de recompensas que poderá receber.
O educador deve ter a clareza de alimentar apenas os interesses que sirvam de fato para o desenvolvimento intelectual.
A harmonia será recíproca entre professor-aluno, quando os mesmos buscam os mesmos interesses e valores. Então, na escola, se não houver interesses comuns entre o professor e o aluno, um bom desenvolvimento na aprendizagem fica em parte comprometido.
É fundamental destacar a importância de um professor consciente de seu papel, de sua responsabilidade, na qual irá tomar decisões de acordo com os valores morais e as relações sociais que construiu ao longo dos anos, considerando assim, as condições de vida familiar e social de seus alunos.
Um professor que pensa no bem, e em seu poder de mudança junto ao ser humano irá educar e amar ao mesmo tempo.
Cabe ao professor investigar e conhecer mais particularmente o seu aluno, para que possa ajudá-lo de forma significativa, auxiliando-o em sua vida escolar e em situações diversas que poderão surgir.
O relacionamento entre professor-aluno deve ser de amizade, de troca, de solidariedade, de respeito mútuo, enfim, não se imagina desenvolver qualquer tipo de aprendizagem em um ambiente hostil.
É comum nos depararmos com professores que intervenham na relação dinâmica entre as crianças, mas dificilmente as encorajam, mostrando confiança em sua capacidade, demonstrando afeto e segurança em sua intervenção. É necessário que o professor demonstre afeto e compreensão, principalmente quando o aluno se mostra angustiado.
Já utilizar de muitos elogios irá formar uma falsa confiança do adulto diante da capacidade da criança vir a compreender verdadeiramente o que aprendeu, o que poderá reforçar ainda mais sua insegurança, se fazendo assim, uma aprendizagem superficial e mecânica, quando a criança passa a realizar atividades em função de recompensas que poderá receber.
O educador deve ter a clareza de alimentar apenas os interesses que sirvam de fato para o desenvolvimento intelectual.
A harmonia será recíproca entre professor-aluno, quando os mesmos buscam os mesmos interesses e valores. Então, na escola, se não houver interesses comuns entre o professor e o aluno, um bom desenvolvimento na aprendizagem fica em parte comprometido.
É fundamental destacar a importância de um professor consciente de seu papel, de sua responsabilidade, na qual irá tomar decisões de acordo com os valores morais e as relações sociais que construiu ao longo dos anos, considerando assim, as condições de vida familiar e social de seus alunos.
Um professor que pensa no bem, e em seu poder de mudança junto ao ser humano irá educar e amar ao mesmo tempo.
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